quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Entrega de certificados

Os alunos do Tempo de Poetar receberam, no dia 06 de dezembro, os certificados de participação nas oficinas de poesia realizadas durante o ano de 2012. Parabéns a todos!






terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Cruz e Sousa



Henrique Santos de Freitas, aluno da Escola Municipal Marechal Bitencourt, escrevendo um poema que fala  sobre fé e ciência.

Existem muitas relações
Entre a fé e a ciência.
Mas sem fé, sem crença,
Não existiria a ciência
Para (com)provar a fé.

Henrique 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Especial Consciência Negra


No dia 21 de novembro, a Biblioteca Pública Municipal Euclides da Cunha receberá alunos da rede municipal para participarem do Tempo de Poetar Especial Consciência Negra. A vida e a obra do poeta Cruz e Sousa será o tema principal dessa oficina, além dos conceitos básicos sobre poesia e poema.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Inscrição para novos poetas


As inscrições para a terceira turma do Projeto Tempo de Poetar já podem ser realizadas. Os estudantes inscritos iniciarão suas oficinas em 27 de setembro. Serão cinco encontros, sempre às quintas-feiras, das 15h às 17h. Não perca a oportunidade de vivenciar o encanto e a emoção que a poesia pode nos proporcionar.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Produções finais - Turma 2

A segunda turma participante do Projeto Tempo de Poetar encerrou suas atividades. Na última oficina de poesia da turma, mais poemas foram produzidos. Confira abaixo os versos escritos pelos nossos poetas.


Loucura


Na escuridão dos teus olhos
Escutei um bater

Na profundidade do teu pensamento
Achei um poema

Nos teus mais obscuros segredos
Encontrei um brecha

No entendimento do teu sentimento
Enlouqueci


Patrick Moreira

Razão de Ser

Tudo tem um porquê
Tudo tem uma razão de ser
Se você se machucar
Se você perder
Se você ganhar

Tudo tem um porquê
Tudo tem uma razão de ser
Para cada ser
Uma razão



David Alves



Minha Poesia

Muitas pessoas fazem poesia
Certinha, com tantas linhas
Com rimas e mais

Muita gente reclama dos meus versos
Isso não tem efeito
Não me julgue
Faço poesia do meu jeito

Paixão

Os olhares tímidos
O falar oculto
O toque leve das mãos

Nunca me esquecerei
Do meu primeiro amor

A Fuga da Lua

À noite
O sol vai se pondo
A lua vem chegando
Para aquecer o coração dos namorados

A lua
Acordada de madrugada
Sozinha com as estrelas
Na imensidão do universo

Mas, lua, fique atenta
Lá vem o sol
Tchau, lua
Até a próxima noite

Pâmela Rossato

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Versando

Poemas da Pâmela Rossato



Em busca da poesia

Olho em volta e não vejo
Corro para o horizonte e não saio do lugar
Grito, mas estou sem voz
Tento me mexer, mas estou parada

O que aconteceu?
Estou livre em uma jaula
Não sei porque estou aqui
Só sei que quero a poesia

Por que ela me completa
Me faz expor meus sentimentos
Para me libertar
Em desabafo poético

Poema único, diversas poesias

A poesia
Tem tudo a ver com
As festas e as danças
O canto harmônico dos pássaros
Os olhos assustados
E a alegria da criança

A poesia
Tem tudo a ver com
As lágrimas derramadas
As paixões impossíveis
O silêncio da manhã
E o barulho das baladas

A poesia
Mesmo sendo única
Tem a ver com tudo

Uma casinha

Fui a uma casinha
Uma casinha muito estranha
Lá dentro tinha
Muitas teias de aranha

Fui entrando devagarinho
Para susto não levar
Escutei um barulhinho
Era só o ar

Quando estava no centro da casa
Ouvi uma voz
Melhor virar passarinho e criar asa
Para daqui sair de forma veloz

Logo me arrepiei
Quis sair daquele lugar
Nenhum mal sofrerei
Porque conseguirei escapar

Poemas do Luis Fernando da Silva


O tombo

Acabei de lembrar os tombos
Que a vida me fez passar
Ah! Como queria voar!
Para nunca mais cair

Um dia levei um tombo
Bem onde estava um pombo
O pombo voou e eu manquei
Porque meu joelho machuquei

Tombo até quando vou dormir
Nessa hora olho para a lua
E peço que ela me leve para lá
Para não sofrer com os tombos
Que a vida me dá

De dentro do coração

Poesia tem a ver com
o que sentimos
pensamos
com o que vivemos
aprendemos

Poesia não basta ler
tem que sentir
participar
ter uma ideia
imaginar
escrever

Há pessoas que pensam 
que no poema
é preciso rimar
não, não é!
poema tem que ser sentido

Existem poemas
que não têm nada a ver
são bobos

Exemplo disso é o poema que 
minha professora leu uma vez:
"andei, andei, andei e sentei!"
pra mim não fez nenhum sentido
mas pra alguém pode ter feito

Poesia tem que vir 
de dentro do coração

Ler um livro me faz feliz
Uma bela refeição também
Ir à escola me faz
Sonhar com a tarefa de casa

Feliz mesmo é quem acredita
Em Deus e tem fé
Rio ao pensar
Nas coisas legais que passei
Amor faz parte de minha vida
Ninguém pode tirar este amor que sinto
Dinheiro não é tudo
Oh, Deus! Só você me faz viver!



Poemas do David Alves


Da tarde para a noite
A gente pensa em tudo que acontece
Vida de bons e maus momentos
Igual a todos os dias
De alegrias e tristezas em que vivemos



Menina amada

Menina amada por alguns
Menina amada entre outras
Amor desconhecido para alguns
Conhecido para outros
Amor verdadeiro vi e senti
Pela menina amada









Poemas do Patrick Pedroso



Pensar em você
Estando sempre ao seu lado
De dia ou de noite
Rindo à toa
Ouvindo a sua voz
Somos um só
Ontem, hoje e sempre

Milagroso par

Milagres passam
Milagres vêm
Milagres só deixam
Amor para nós dois

Dois que são um
Um que são dois
Somos para nós dois
Um milagre de amor

Milagre pode
Resultar em paixão
Sem milagre
Solidão

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Turma 2


A segunda turma do Projeto Tempo de Poetar teve início em 12 de julho. Desde então, os alunos David Alves, Luis Fernando da Silva, Pâmela Rossato e Patrick Moreira participam das oficinas poéticas. Estudos sobre a biografia e a obra de poetas consagrados, leitura de livros de poesia, escritura e reescritura de versos são algumas das atividades realizadas durante as aulas.

Conheça nossos poetas:

David Alves
Escola Sapucaia do Sul
12 anos


















Luis Fernando da Silva
Escola Sapucaia do Sul
12 anos

















Pâmela  Rossato
Escola Sapucaia do  Sul
11 anos


















Patrick Pedroso
Escola Alfredo Juliano
15 anos


terça-feira, 7 de agosto de 2012

E agora, Drummond?


Durante o 7º Festival de Inverno de Porto Alegre, o professor Antônio Sanseverino ministrou o curso E agora, Drummond?, entre os dias 23 e 26 de julho. Nós, as professoras Carla Soares e Karina Santana, participamos da formação em que ocorreram leituras e discussões acerca da obra e da vida do poeta Carlos Drummond de Andrade. 

  

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Produção Poética



A Mente Atenta

Algumas coisas
Não posso mudar
Isso me frustra
E me faz chorar

Coisas que passaram
Coisas que estão passando
Coisas que não me deixaram
Que continuam me angustiando

Analiso com calma
Mas calma não estou
Isso me corroi a alma
Ou o que dela restou


Morte 


Sentamos e observamos a vida
Que por muitos passa despercebida
Eles mergulham num sono profundo
O qual os leva desse mundo 

Esse sono não podemos evitar
Algum dia irá chegar 
Chegará com muita destreza 
E virá para nos levar

Chegando por vezes sem avisar
Lágrimas são derramadas
Almas dilaceradas 
Mas não há como mudar 

Viver como quero 

Desejo viver a vida
Mas não da forma comum
Tentando ser decidida
Pensando como nenhum

Não quero adrenalina
Não quero muita emoção
Só quero um amor sincero
Que me encha o coração

Ser sincera comigo
E com os outros também
Ficar longe do perigo
Ser feliz como ninguém

Samantha Gouvea

A Pilha de Livros

Tenho uma pilha de livros
Livros empoeirados
Livros velhos
E livros rasgados

Tenho uma pilha de livros
Livros de ficção
Livros de aventura
E de ação

Tenho uma pilha de livros
Livros de terror
Livros de comédia
E livros de amor

Tenho uma pilha de livros
Que jamais será esquecida
Não é só uma pilha
É parte da minha vida

Sei

Sei que algo me leva
Sei que algo me traz
Sei que algo me constroi
Sei que algo me desfaz

Sei que a vida não é fácil
Sei que não é só calmaria
Sei que não é só tristeza
Sei que tem a alegria

Sei que às vezes estou sofrendo
Sei que às vezes estou chorando
Sei que às vezes estou sorrindo
Sei que às vezes estou pulando

Sei que a vida é curta
Sei que minh’alma está guardada
Mas ainda sou jovem
E da vida não sei nada

Lucas Soares

Por quê?

Por que tanta solidão?
Por que tanta dor no coração?
Será que essa dor é eterna?
Será que isso é para sempre?

Bem que você me avisou
E eu não acreditei
Em você não confiei

Achei que você
Queria se prender
Por que eu decidi
Não te entender?

Você me magoou
Machucou meu coração
E agora que te amo
Você só sabe dizer
Não

Emoções

Como explicar essa emoção
Que preenche meu coração?
Será paixão?
Será carinho?
Será felicidade?
Será o amor?
Não sei explicar

Eduarda Costa

Dia Diferente

Nesse dia muito triste
Há uma coisa dentro de mim
Dia diferente de se viver
Sinto agora uma angústia
Algo descontente
Mas eu sei o que sinto
Hoje descobri
É um jeito de amor.

Cristian Oliveira

Quando

Quando olho em seus olhos vejo uma luz
Quando toco em seus cabelos sinto-me livre
Das coisas que me fazem sentir
Amarga

Quando fico com você meu coração se faz
Inteiro

Nicole Renner

Amor

Você foi como um delírio de amor
Que arrancou do meu peito uma dor

E no lugar das cenas lindas
Que o tempo já levou
Ficou a ferida

Você era minha lembrança do bem
No escuro e no deserto
Fazendo de mim alguém

Amada simplesmente
Pelo que sou
Pelo que fui
Pelo que serei
Eterno amor

Tainá Santos

Te amo

Te amei, te amo, te amarei
Sei que em algum momento
Te abandonei
Mas com você
Sempre serei
Mais feliz
Como sempre sonhei

Quando vou dormir
Sempre lembro de nós dois
Dos momentos tristes
E das maluquices

Algum dia te esquecerei
Mas por enquanto
Apenas amo

Maria Eduarda Fiuza

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Eles passarão...


A primeira turma do Tempo de Poetar vai deixar saudade. Nossos queridos poetas encerraram suas atividades na quinta-feira, 28/06. Na quinta e última oficina deste grupo, conhecemos mais sobre dois dos maiores poetas de todos os tempos, dois nomes que quem gosta de poesia está acostumado a ouvir: Fernando Pessoa e Mário Quintana



Após conversa sobre a biografia dos poetas e leitura de alguns poemas, passamos para a produção. Cada aluno escreveu pelo menos dois poemas neste dia. Em breve registrarei aqui os resultados. 




















Quanto a nós, professoras idealizadoras e realizadoras deste projeto, resta agradecer por tudo que aprendemos com esta turma maravilhosamente poética. Sentiremos saudade, sim. Mas o mais importante é sabermos que o Tempo de Poetar deles está só começando. As aulas podem ter acabado, mas a poesia é eterna e transcende.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Sem pedras no caminho

O Tempo de Poetar realizou mais uma oficina de poesia para a primeira turma. A cada semana, os alunos fazem novas descobertas acerca de poesia e de poetas. Nesta quinta-feira, 21/06, estudamos as figuras de linguagem na poesia. Eles puderam identificar metáforas, antíteses e personificações nos poemas lidos durante a aula. Além disso, trabalhamos a biografia e alguns poemas dos poetas Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Cecília Meireles e Manuel Bandeira.

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.


Carlos Drummond de Andrade

Ausência

Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces.
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida 
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado. 
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados 
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada.
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado. 
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face. 
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada. 
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite. 
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa. 
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço. 
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado. 
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos. 
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir. 
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas. 
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada. 


Vinicius de Moraes


Resíduo

Quando passarem os dias,
e não mais se avistar
nosso rosto, e o sereno
modo nosso de olhar,

e a nossa evaporada
voz não viver mais no ar,
e as sombras esquecerem
a que era a do nosso andar,

Vai ser doce pensar-se
-em que secreto lugar?-
nos sonhos que inventamos,
ternos e devagar,

no perfil que tivemos,
tão fino e singular,
e no louro e nas rosas
que o poderiam coroar,

e nos vergéis que sentíamos,
quando íamos a par,
ouvindo o amor que nunca
chegou a sussurrar.


Cecília Meireles



Versos de Natal

Espelho, amigo verdadeiro
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!

Mas se fosses mágico,
Penetrarias até o fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta. 


Manuel Bandeira

segunda-feira, 18 de junho de 2012

A Serra do Rola-Moça


Na quinta-feira, 14 de junho, nossos poetas participaram da terceira oficina de poesia. Nesta aula, trabalhamos os tipos de rimas. Além disso, os alunos puderam conhecer mais sobre a vida e a obra do poeta Mário de Andrade. "A Serra do Rola-Moça" foi o poema apresentado aos participantes. Desta vez, nossos poetas escolheram o tema dos poemas que produziram. Em breve, os versos serão postados aqui.

A Serra do Rola-Moça

A Serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não...

Eles eram do outro lado,
Vieram na vila casar.
E atravessaram a serra,
O noivo com a noiva dele
Cada qual no seu cavalo.

Antes que chegasse a noite
Se lembraram de voltar.
Disseram adeus pra todos
E se puseram de novo
Pelos atalhos da serra
Cada qual no seu cavalo.

Os dois estavam felizes,
Na altura tudo era paz.
Pelos caminhos estreitos
Ele na frente, ela atrás.
E riam. Como eles riam!
Riam até sem razão.

A Serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não.

As tribos rubras da tarde
Rapidamente fugiam
E apressadas se escondiam
Lá embaixo nos socavões,
Temendo a noite que vinha.

Porém os dois continuavam
Cada qual no seu cavalo,
E riam. Como eles riam!
E os risos também casavam
Com as risadas dos cascalhos,
Que pulando levianinhos
Da vereda se soltavam,
Buscando o despenhadeiro.

Ali, Fortuna inviolável!
O casco pisara em falso.
Dão noiva e cavalo um salto
Precipitados no abismo.
Nem o baque se escutou.
Faz um silêncio de morte,
Na altura tudo era paz ...
Chicoteado o seu cavalo,
No vão do despenhadeiro
O noivo se despenhou.

E a Serra do Rola-Moça
Rola-Moça se chamou.

Mário de Andrade

Acrósticos

SIMPLES FELICIDADE

Ler poema às vezes me acalma
Uma coisa que eu fiz
Coisas que me deixam feliz
Algo me diz que purifica a alma
Só assim eu mostro o que eu sempre quis

SERENIDADE

Sentar em meio à natureza
Aspirar o ar puro tranquilamente
Meditar e poder relaxar
Ajudar as pessoas sem antes pensar
Nada mais fazer além de ler
Ter inspiração e ânimo
Hoje em dia, pintar, cantar e dançar
Aceitar a mim mesma como eu sou

COISAS FELIZES

Castigo que meus pais dão
Riso, amor e paixão
Isso me faz feliz
Sinto felicidade
Tanta no coração
Isso me traz
Amizade e amor
Ninguém me faz mais feliz do que meus pais

ANIMAIS

Eu amo muito os animais
Desejo tudo de bom para eles
Urso, cachorro e gato
Amo tudo que há neles
Rato, barata e sapo
Diferentes e nojentos
Amo todos de forma igual, sem nunca desejar o mal

SOU EU

Eu sou o Eduardo, mais conhecido como
Dudu. Sou brincalhão e amigão.
Uso muito a internet para pesquisar.
As pessoas da minha vida são queridas.
Rir é o que adoro fazer com meus amigos.
Dudu sou eu e esse é meu dia-a-dia.
Os meus amores são os animais e os amigos.

ESSE AMOR

Te amo
Havia como não te amar?
Amo demais
Isso é amor
Sabia que não tinha como ser diferente

SENTIMENTOS

Como você pode ser tão importante na minha vida?
O que sinto é tudo aquilo que ontem não sentia!
Será que tudo que fiz foi em vão?
Tudo que fiz pelo seu coração?
Amor, tudo o que eu queria dizer é: Te amo!

Teimosa, legal
Aluna, amiga
Inteligente
Nariguda, olhuda
Animada pelo time

Santos
Amo ser fã do
Neymar
Tainá moça
Orgulhosa, ama ser neta do
Silvio Santos, mas não o da tv 

Não vou mentir, amo andar de skate
Isso não me impede de gostar de escrever poema
Carol, minha melhor amiga, nela posso confiar
Olhei várias vezes para o passado e já mudei bastante
Linda sei que não sou, mas sei que o importante é ser feliz
Eu sei que ninguém é perfeito, apenas Deus, o pai de todos nós

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Alunos dedicados

A segunda aula da oficina de poesia, ocorrida em 31 de maio, iniciou com leitura de poemas. Na aula anterior, eles haviam levado para casa livros de poesia. Além de lerem, eles deveriam escolher um poema para ser lido em aula. Cada um falou sobre o que mais gostou no poema, motivando a escolha.


Além disso, estudamos outros conteúdos como quadra, aliteração, acróstico e cordel. Para ilustrar a literatura de cordel, assistimos a um vídeo sobre a vida e a obra do poeta Patativa do Assaré. Foi um dos momentos mais poéticos desta aula.


Para completar, nossos queridos e dedicados poetas criaram lindos acrósticos que postarei a seguir. Por enquanto, ficamos com a imagem destes escritores no momento de produção.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Primeiros versos





Poesia está em tudo

Poesia tem tudo a ver
com tantas coisas quanto puder
com tudo que sentimos
tem quantas ideias você quiser

Poesia está em todo lugar
onde você menos espera
ou onde quiser encontrar
onde tiver sentimento
seja em qualquer momento
qualquer dia ela vai chegar
pode aparecer até mesmo no seu lar
invadindo seu pensamento
ou expressa em seu olhar.

Samantha Gouvea

Poesia tem a ver com o quê?

Poesia tem a ver com
emoções, sentimentos, ações
do nosso ser.
Poesia tem a ver com 
pássaros voando no céu
no céu azul de nossas vidas
Poesia tem a ver com
amar e ser amada
ter com quem brincar
Poesia tem a ver com 
respeitar e ser respeitada
Poesia tem a ver com tudo
que nós imaginarmos.

Tainá Santos  


Poesia tem tudo a ver com...

Eu gosto de tudo
Brincar, desenhar, pintar
Gosto mais de poetar
Tudo na vida é viver
E eu não vivo sem os poemas
Que tanto gosto de ler

Cristian Oliveira

Arte

Poesia tem tudo a ver com
Brincar, falar, rimar, pensar.
Poesia é a arte onde tudo faz
parte.
Pensar também é arte.
Tem tudo a ver com sentimentos.
Mas tem que dar tempo ao tempo.
Imaginar, contar, pensar.
Tudo se refere à imaginação
Não necessariamente
com perfeição
Fazer uma criação
Isso é poesia
É viver do dia-a-dia

Eduarda Costa

Poesia é muito mais...

Poesia tem a ver com alegria!
O que muitas pessoas sentem dia-a-dia.

Poesia serve para expressar nossos sentimentos.
Poema serve para a gente rir, lembrar etc
Nós também servimos para ler e escrever.
É muito mais que saber.

Eduardo Schmitz

Poesia tem a ver com...

Poesia é sentimento,
sentimentos e emoções
que estão no dia-a-dia
em nossas ações
que podem se apresentar
em deveres e obrigações.

Este é meu primeiro poema
aqui no Tempo de Poetar.
Só quero ver a hora
que esse poema pronto ficar
para ir ali na mesa
e a professora Karina avaliar.

Estou muito bem
com minha auto-estima.
Não está ruim, não.
Ela está lá em cima.
E termino o meu poema
completando esta rima.

Lucas Soares

Faça do seu jeito

Poesia tem a ver com tudo
tem a ver com música, filme, livros
principalmente sentimento.

Na poesia você pode inventar
e contar uma história.
Soltar sua imaginação
e fazer com o coração.

Maria Eduarda Fiuza

O tempo que tenta

O tempo tem a ver com o que temos
com o que virá
Poesia tem a ver com a minha vida
com o que eu penso
com o que eu faço
O tempo que tenta
pensa, vive, age como eu
ou qualquer pessoa 
O tempo pode ou não pode ser nosso amigo
O meu tempo não tem controle
Ele tem amor
O tempo é uma vida contada.

Nicole Renner 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Os poetas

Apresento os Poetas participantes da primeira turma do projeto.

Cristian Oliveira
Escola Júlio Casado
13 anos


















Eduarda Costa
Escola Júlio Casado
12 anos


















Eduardo Schmitz
Escola Hugo Gerdau
11 anos

















Lucas Soares
Escola Afonso Guerreiro Lima
13 anos


















Maria Eduarda Fiuza
Escola Hugo Gerdau
11 anos

















Nicole Renner
Escola Erico Verissimo
11 anos


















Samantha Gouvea
Escola Vanessa Ceconet
14 anos


















Tainá Santos
Escola Júlio Casado
16 anos



















Thaís Cristina Garcez
Escola Júlio Casado
14 anos


















Sejam todos bem-vindos ao Tempo de Poetar!